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Conscientização, respeito e valorização, ações propostas para acabar com ciclo da violência.

  • Publicado em 25/08/2023
  • Atualizado em 25/08/2023

Autor: Assessoria

Autor da Foto: Jota Jota e Elson Pinheiro

Uma questão que deve ser tratada constantemente, para evitar qualquer que seja o tipo de violência contra as mulheres, o assunto foi tratado na tarde da última sexta-feira, 25.08.2023, na Secretaria Municipal de Assistência Social, em Santo Antônio de Leverger.

Da palestrante, Tenente Coronel Vânia passando pela presidente da sala da mulher da Câmara municipal, Regina Gisele, até a prefeita Franciele Magalhães, o repúdio a violência e o incentivo a valorização do respeito à mulher, foram demonstrado e debatidos durante o evento.

"O coronel e comandante de Santo Antônio, Hender revelou que os casos são constantes e em maior quantidade, durante o final de semana, geralmente embalado por casos de embriaguez".

Dezenas de pessoas fizeram questão de participar, onde fizeram inúmeros questionamentos, como o resultado da denúncia de violência, como fica a vítima, já que logo o agressor está na rua.

A palestrante, explicou que violência não é apenas física, mas também tem comportamento agressor moral, econômico, patrimonial até sexual.

O secretário de assistência social, Rafael Lima fez questão de realizar o evento, para que a conscientização da importância do assunto, seja repassada.

"Precisamos resguardar a vida das mulheres, respeito e valorização, é uma cultura que todo homem deve adotar no seu dia a dia", ressaltou Rafael Lima

"Os casos de feminicidios ocorridos nós últimos dias em Mato Grosso, foram tratados na palestra".

A prefeita Franciele, no uso de sua palavra, alertou para os casos das mulheres agredidas, que não denunciam para proteger seus filhos, omitindo o sofrimento em troca de casa e alimentação, por não ter condições de manter sua sobrevivência.

"A realidade é dura, existem muitos casos assim, ninguém sofre violência porque que quer, mas tem mulheres que não possuem meios de subsistência, mas suportam as agressões, para que não falte o alimento dos filhos, por não ter pra onde ir, isso é muito triste de se ver. Ao invés de criticar, apontar, temos que nos unir, ajudar umas as outras", ressaltou Francieli.

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